sábado, 6 de agosto de 2011

Peter Pan.

Eu tenho sentido sua falta.
Falta de tudo aquilo que deveríamos ser. E que talvez essa sua cabeça nos impeça de se tornar.
Do seu cheiro que é meu, seu jeito que é meu. Seus defeitos que são mais meus que suas qualidades.
Seu talento. Suas conversas. E não aquelas nas quais no limitamos, cada um olhando pra uma tela
e lendo coisas que deveriam ser ditas cara a cara. Porque eu gosto dos seus olhos e de olhar pra eles.
Do modo como eles são vivos e infantis. E não importa o que diga, ou a imagem que construam de ti ou
a imagem que você próprio construa de ti eu sempre vou vê-lo como aquela pessoa que precisa de proteção.
Aquele menino, com aqueles olhos. Vivos demais, alegres demais, curiosos demais para um adulto.
Meu eterno Peter Pan.

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